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Estimados irmãos e irmãs, um dos graves problemas que vivenciamos em nosso estado é a violência urbana. E em meio a esse contexto, nos últimos dias espalharam-se postagens em redes sociais com rumores de paralisação dos serviços dos policiais militares do estado do Rio de Janeiro, devido aos atrasos em seus salários e não recebimento do 13º salário e gratificações referentes ao ano passado.

De fato, há manifestações de parentes de policiais militares em frente a diversos batalhões da PM, com justas reivindicações; afinal, o trabalhador é digno de sua remuneração. Entretanto, o não funcionamento de um serviço essencial, como a segurança pública, traz uma grande preocupação, pois as consequências para a população podem ser trágicas.

Os meios de comunicação têm destacado o elevado senso de responsabilidade dos policiais militares que, apesar das dificuldades que têm enfrentado, dedicam-se a cumprirem a sua missão nas ruas do nosso estado. Mas os efeitos desse cenário de crise são imprevisíveis.

Diante desse quadro, que é também consequência da corrupção endêmica no poder público, a qual tem sido exposta publicamente pelos desdobramentos da Operação Lava-Jato, conclamo o povo metodista a orar incessantemente para que os valores do Reino de Deus (justiça, paz e alegria) sejam vivenciados pela população do estado do Rio e também do estado do Espírito Santo que tem passado por momentos de desordem e violência desenfreada. É tempo de oração!

Aproveito também para lembrar aos pastores e pastoras, bem como às diversas lideranças da Igreja Metodista na 1ª Região Eclesiástica, que o carisma não exclui a prudência. Tenhamos, portanto, o cuidado de não extrapolar, sem necessidade, o horário dos cultos, para não expormos o povo a situações de insegurança, principalmente à noite. "O prudente vê o mal e esconde-se, mas os simples passam adiante e sofrem a pena" (Pv 27.12).

Creio firmemente que as crises do Rio de Janeiro e do Brasil são oportunidades que Deus está dando a toda nação de rever os seus valores. E como Igreja, não podemos nos excluir desse "mea culpa". É tempo de arrependimento, santificação e reforma de conduta. Assim, seremos usados na reconstrução dos nossos muros, oraremos pela paz em nossa cidade, em nosso estado e em nosso país e prosperaremos na poderosa simplicidade do evangelho de Jesus Cristo, que disse: "... quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos.” (Mt 20.26-28).

 

Do seu Bispo e servo Paulo Rangel

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