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Ações do projeto Voluntários em Missão transformam comunidades ribeirinhas e deixam a marca de Jesus

 

As dificuldades financeiras, de estrutura e muitas vezes de pessoal não têm sido empecilhos para o Ide de Jesus, especialmente no que tange as atividades do Projeto Voluntários em Missão, ligado à Secretaria Executiva Regional de Expansão Missionária. Há mais de 15 anos caminhando com a proposta de demonstrar o amor cristão por meio de práticas solidárias a um povo esquecido, o trabalho em parceria com o Barco Hospital e em apoio à Região Missionária do Amazonas (REMA), ao lado da população ribeirinha, não para. Em todo esse tempo já foram realizadas uma média de 30 viagens, resultando no alcance de cerca de 8 mil pessoas. Só nos últimos dois anos foram 750 atendimentos médicos e 600 procedimentos odontológicos. E a próxima visita à localidade já está marcada. Será de 20 a 27 de agosto.

Para essa jornada, o grupo conta com 19 voluntários de Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro para assistência social e de saúde, além de atividades evangelísticas. Uma parceria com a Universidade Federal do Rio (Unirio), por meio da professora Sônia Middleton, tem garantido a colaboração de acadêmicos de Medicina no Projeto. Desta vez, será beneficiada com a viagem a população do Lago de Manauaca. Além da Unirio, a equipe contou com apoio de parceiros na missão e das igrejas de Botafogo e do Jardim Botânico.

As viagens missionárias para o Amazonas tiveram início na década de 90, com o Evangemed, um programa envolvendo missão e saúde integral, que fez parte da Secretaria de Expansão Missionária. De acordo com a pastora Selma Antunes, à frente do Voluntários em Missão, apesar dos desafios, os frutos até hoje são grandes. “Além de melhorar a saúde da população local, muitas comunidades foram transformadas e em algumas foram plantadas igrejas metodistas”, conta.

 

Manacapuru: uma experiência comovente

 

De acordo com Selma Antunes, a iniciativa de apoio às comunidades ribeirinhas do Amazonas não pode depender das circunstâncias e ficar preso às dificuldades. Transformações e salvações de vidas podem depender dele. Para exemplificar, ela lembra os resultados da experiência missionária em Manacapuru, no início do último trimestre. “Não foi possível fazer a viagem pelo barco-hospital porque não conseguimos recursos financeiros, mas estivemos presentes por terra e o impacto ali foi tremendo”, relata.

Cinco mulheres metodistas encararam o desafio e levaram o amor de Deus ao povo daquela localidade. Foram realizadas visitas em lares, ao Centro de Atendimento Psiquiátrico (Capse), e houve evangelismo de rua, com resultados expressivos. A IM em Manacapuru acolheu o grupo, dando todo o apoio necessário para o trabalho desenvolvido também com crianças em escolas públicas, pregações na rádio local, participação nos grupos pequenos da igreja. Foram ministradas palestras sobre abuso infanto-juvenil para professores, crianças, adolescentes e jovens. “O Projeto deixou ali a sua marca de amor ao próximo”, concluiu a pastora comovida.

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