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2 Samuel 21:10-11

Quando eu estava saindo bem cedo para hidroginástica encontrei uma vizinha que estava chegando a sua casa. Ao ver- me, ela esperou que eu me aproximasse e abordou-me com um desabafo: - Descobri que meu filho está usando drogas. Havia dor no rosto daquela mãe! O filho é casado, trabalhador, mas à noite sai de casa e só chega pela manhã.

Ela havia passado boa parte da madrugada correndo riscos, procurando-o, e encontrou-o em um lugar que entristeceu muito seu coração. Ela sentou-se próximo dele e o chamou para casa, ele não quis ir. Uma mulher se aproximou dela e disse: -Vá para casa, ele é maior de idade, não precisa ficar aqui! Ela respondeu: -É meu filho e eu só sairei daqui quando ele sair também.
Esse episódio me fez lembrar de Rispa, concubina do rei Saul, que teve dois filhos com o rei. Ela era uma mulher forte e de caráter firme.

Fazia três anos os israelitas estavam passando fome porque não chovia. O rei Saul havia matado os gibeonitas e havia culpa de sangue sobre sua casa. Era necessário o resgate.

Os gibeonitas pediram como resgate sete homens da família de Saul para serem enforcados. Somente assim a chuva voltaria a cair sobre a terra de Israel.

Entre os sete homens, os dois filhos de Rispa foram escolhidos. A Bíblia diz que foram mortos nos primeiros dias da ceifa da cevada. Seus corpos foram esquecidos pelos seus executores; foram deixados no madeiro, ao relento...

Firme como uma rocha, “Rispa colocou pano de saco sobre a penha em frente aos cadáveres de seus filhos e os ficou guardando de dia e de noite: [...] “e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite” até que eles fossem sepultados.

O ato de amor extremo de Rispa pelos seus filhos comove o Rei dos Reis, o Senhor Todo Poderoso, mandando chuva na terra, e comove o coração do rei Davi, dando dignidade aqueles filhos, concedendo que fossem enterrados junto a seu pai.

O ato singular de Rispa, sua dor, seu sofrimento gera bênção a toda uma nação. A repreensão de Deus trouxe a escassez, mas o sacrifício trouxe a chuva e com chuva a bênção da provisão.

Hoje, muitas mães como Rispa choram por seus filhos, e os vigiam como estivessem mortos, porque estão nas drogas, na prostituição, nos vícios, etc, exalando o mau cheiro da morte. E por isso elas não se cansam dia e noite de vigiar, orar e crer que Deus terá misericórdia delas e fará cessar a sua dor.

Nunca desista de seu/sua filho/a! Eles precisam de você em todas as horas, principalmente quando a vida apresenta suas dificuldades.

Ore, converse, crie intimidade, lute para protegê-los! Coloque pano de saco sobre a rocha (humildade na presença de Deus). Não dê prazer às bestas feras.

 

Célia Maria da Silva
Editora do Quarta Feira com Propósito

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