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Demoramos muitos milênios ou, para quem acredita na teoria da evolução da espécie, milhões de anos, para alcançar o status de um planeta evoluído: tecnologia avançada, descobertas científicas grandiosas, um mundo globalizado e conectado, em tempo real, ao alcance de todos. Mas ao mesmo tempo este mundo parece: fútil (superficial), individualista e egoísta, com valores descartáveis (só serve para ser usado uma vez, dependendo da minha necessidade) e acima de tudo, um mundo desumano. Alguma coisa deu errado! Não é possível! Demoramos muito tempo para chegarmos onde estamos atualmente e parece que vamos despencar na cadeia evolucionária, voltando a agir como a espécie animal.

Se você acha que devo desprezar a teoria da evolução da espécie, por eu ser um cristão, e falar da teoria da criação (ou criacionismo), tudo bem, vamos lá. Por esta teoria, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, surgido do pó da terra. Deveria então, se é a imagem e semelhança de Deus, possuir características semelhantes a de Deus, quanto ao modo de agir e pensar (não vou dizer nada em relação a características físicas, pois Deus é Espírito). Mas não é assim que se vê. Deus não se comporta exatamente como nós. Como diz Richard Schoch, em seu livro “A história da (in) felicidade”, página 66-67: ‘Nosso erro é atribuir a Deus traços que, na realidade, diminuem ou distorcem sua perfeição. Acreditamos, por exemplo, que Deus olha para nós, interessa-se por nossos assuntos, recompensando-nos quando o adoramos e nos punindo quando o negligenciamos.. Deus existe num estado de felicidade perpétua (que é parte daquilo que o torna Deus) e, portanto, permanece imperturbável por tudo o que transpira do mundo abaixo dele. Nada corrompe a sua paz de Espírito’. Ou seja, Ele será sempre Deus. Não pensa como nós pensamos. Os pensamentos d’Ele são pensamentos de paz e não de mal, conforme Jeremias 29,11. E nós?

Voltando a teoria da evolução. O ser humano está em busca de prazeres que acarretam meramente sensações físicas, tais como: comida, bebida e sexo – conhecidas como necessidades fisiológicas. Já nascem conosco. Não requer de nós esforço ou habilidade para se ter isso (não é preciso ensinar a uma pessoa faminta o prazer de comer. Tão pouco a saciar sua sede ou a ter relação sexual). Portanto, esse estado, é vivenciado por nós humanos e pelos animais da mesma forma (conforme está escrito no livro citado acima).

A forma de viver ou de se buscar viver com prazer duradouro exige de nós esforço e habilidade. Devemos ser ensinados a amar uns aos outros, respeitando cada um os seus limites, evitando prejudicar o outro. Os animais não são assim. Eles vivem de acordo com a sua cadeia alimentar, onde o mais forte elimina (devora) o mais fraco. Daí, talvez, nós humanos, aprendemos a utilizar no nosso meio a famosa “Lei da Selva de Pedra”.

Quanto mais humana for a nossa maneira de viver, mostraremos nossa posição superior na hierarquia da natureza: “Então Deus abençoou Adão e Eva e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”, conforme Gênesis 1,28.

O que nos diferencia da espécie animal é a nobreza de caráter – coragem, grandeza, dignidade, dever ou auto-sacrifício – que ele exige. Não nascemos para rolar na lama, como um porco. Não nascemos para ficar envenenando pessoas, como uma cobra. Não nascemos para ser idolatrados, como um leão, que parece ser o rei da Selva. Nascemos, então, como já foi dito, para sermos conforme a imagem e semelhança de Deus. E Deus viu tudo aquilo que fizera, e viu que tudo era muito bom.

Deus te abençoe conforme Ele te criou!

 

Claudio Nascimento

Pastor da Ig. Metodista em Jardim Catarina – 7RE

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