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Introdução


Para coroar os sucessivos atos da Criação, Deus cria o homem e a mulher a sua imagem e semelhança (Gn 1:26-27). Mas afinal, em que somos semelhantes a Deus?

a - O Sentido Global da Imagem de Deus em Nós: O que nos faz diferentes dos animais e nos torna imagem de Deus é a capacidade de ter comunhão com Ele. Só os seres humanos podem se relacionar com Deus face-a-face, de maneira íntima e pessoal. João Wesley detectou três aspectos de imagem dos seres humanos com seu Criador:

• A IMAGEM MORAL - ao ser criado, o ser humano possuia a santidade, a pureza e o amor de Deus. Sua verdadeira natureza é ser santo, misericordioso, puro, livre, incorruptível e eterno.

• A IMAGEM NATURAL - isto significa que Deus criou o ser humano com perfeita liberdade de escolha não só em pequenas questões da vida, mas também naquelas que determinam seu destino. No estado de inocência ele podeia escolher obedecer a Deus ou não, sem qualquer interferência sobre sua capacidade de escolha (Gn 2:15-17).

• A IMAGEM POLÍTICA - Deus delega poderes aos seres humanos quando ordena o domínio sobre os habitantes do mar, dos céus e da terra (Gn 1:28) e a incumbência de dar nomes às outras criaturas (Gn 2:19-20; Sl 8:6-7).

b - O Pecado Original: O ser humano, usando a liberdade dada por Deus, escolheu DESOBEDECÊ-LO, ou seja, pecou. Este pecado acarretou funestas (desastrosas, fatais) conseqüências para toda a criação: conflito, desarmonia, mal-estar, morte. E arruinou o relacionamento com Deus e com outras pessoas. O ser humano perdeu sua verdadeira natureza. O pecado distorceu a imagem moral de Deus no ser humano, quebrando a sua comunhão com o Criador. Tornando-o injusto, desonesto, mau, violento (Rm 3:10-18).
Com o pecado, o ser humano perde a capacidade de escolher o Bem e a Vida, por si mesmo, pois sua imagem natural é danificada (Rm 7:14b-15). Também a imagem política, apesar de não ser destruída, fica difícil de ser exercida, porque a natureza torna-se hostil. Mas para sobreviver, o homem e a mulher, terão de enfrentar o desafio de dominar, cultivar e guardar toda a Criação de Deus.

c - A Providência de Deus: Nos Salmos 8:5 lemos: "Fizeste-o, no entanto, um pouco menor do que os anjos e de glória e honra o coroaste".
Esta é a descrição do ser humano criado por Deus. Que diferença fez a entrada do pecado em sua vida!
Se Deus não tomasse a iniciativa de providenciar um meio de reabilitar-nos, estaríamos implacavelmente destruidos. Mas sua graça veio até nós através de Jesus Cristo e a possibilidade de reavermos nossa verdadeira natureza tornou-se real.
E Deus oferece também a esperança da transformação de toda a Criação quando efetivar a vitória final sobre o pecado (cf. Rm 8:18-24).
Estamos caminhando para o cumprimento total da promessa feita por Isaías (Is 11:1-9) e confirmada nos capítulos 21 e 22 de Apocalipse (ler Ap 21:1).


Conclusão:


A compreensão bíblica e dos metodistas do ser humano leva bem a sério a situação trágica da humanidade. O pecado original contamina e estraga não apenas cada indivíduo como também a toda a sociedade humana. Mas cremos na graça de Deus. Através dela o Paraíso pode ser reconquistado. O ser humano, e toda a sociedade, pode reaver sua verdadeira natureza e humanidade proposta inicialmente por Deus!

 

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