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Até este ponto o escopo e a escala do avivamento têm sido explicados; mas vale a pena indagar agora qual é a explicação do movimento que tão profundamente afetou a nação inteira; e onde se deve procurar o segredo de sua energia estranha.

É certo que o segredo pertence ao domínio espiritual. É fútil buscá-lo nas qualidades pessoais dos homens que eram os seus agentes, na oratória sobrepujante de Whitefield, nos hinos de Carlos Wesley, ou no gênio pela organização de João Wesley. Nem se acha a explicação no domínio de doutrina. A Inglaterra do século XVIII não foi revolucionada pela descoberta de uma nova teologia, nem ainda pela força de uma velha teologia posta em nova perspectiva e proclamada em novos acentos.

O avivamento do século XVIII, costuma-se dizer, foi o supremo renascimento histórico do evangelismo entre o povo que fala o inglês. E é verdade, mas não tudo, pois, a mera pregação evangélica da teologia é, em si, coisa impotente. Não salvará nem o indivíduo, e muito menos ainda abalará uma nação.

Em última análise, o segredo do grande movimento aqui descrito acha-se no copioso (abundante) derramamento do Espírito do Deus vivo sobre a nação; e na circunstância que, neste momento crucial, o Espírito Divino achou, num certo grupo de homens e mulheres, instrumentos idôneos, com o devido quinhão de devoção e fé, para um trabalho tão grande. Correndo pelo canal da doutrina verdadeira, e servindo-se da instrumentalidade de homens idôneos, foi a graça do Espírito Santo que operou esta grande obra.

Mas permanece a pergunta: qual foi a interpretação particular do Cristianismo representada pelo avivamento, e que serve em explicar a sua escala e a sua energia perdurável? Quais são as doutrinas evangélicas?

A religião cristã, como se vê em toda a história, está exposta, perpetuamente, ao perigo de dois extremos opostos. Um extremo o resolve num deismo (onde se acredita na existência de Deus, mas não há necessidade de um relacionamento pessoal com ele; Deus é impessoal, uma “força” do universo) falido e extenuado, uma teoria que extrai o significado de todas as grandes palavras do Cristianismo, e a realidade de todos os ofícios de Cristo. Ignora – trata como não existente ou insignificante – aquele intervalo temível e imensurável, um abismo moral, que nenhuma perícia nem trabalho humano pode transpor, entre o pecado e a justiça. O pecado, segundo esta interpretação, é meramente um grau no desenvolvimento humano. Não possui nenhum elemento perdurável de culpa, nem é perseguido por qualquer penalidade eterna. O perdão, se é que haja necessidade de um perdão qualquer, não vem por meio de qualquer mistério de sofrimentos temíveis que alcançam a própria personalidade e trono de Deus. É coisa barata e fácil, a mera dádiva da bondade de Deus. A conversão é uma simples frase. O sacerdócio de Cristo, se não é coisa impertinente, ao menos, é irrelevante; pois o homem não necessita de sacerdote algum. Uma redenção divina efetuada pelo sofrimento é coisa que não se entende. Cristo não tem qualquer oficio redentor; é simplesmente um mestre, talvez, um pouco mais sábio do que Epíteto ou Marco Aurélio; ou talvez, nem tão sábio! A religião é um pequeno plano de reforma moral, facilmente conseguido pelas energias da vontade humana sem auxílio de fora (sem a ajuda de Deus, inclusive).

Tal teoria evapora a Bíblia em cerração; esgota-lhe todo o significado das passagens supremas. É credo que não inspira mártir algum, nem cria santos, nem envia missionários, nem escreve hinos, e tem muito pouco a fazer com a oração. Jesus Cristo, segundo esta escala de valores, é meramente um “Con¬fúcio judeu”.

A negação ou o esquecimento dos ofícios de Cristo – do Cristo que busca, do Cristo Redentor – é a reprovação desta teoria e o segredo de sua fraqueza. E como já vimos, tal era a versão do Cristianismo que, na época em que começou o grande avivamento, havia se apossado de todos os púlpitos e de quase todas as inteligências da Inglaterra.

A contrária interpretação (no outro extremo!) do Cristianismo é a versão sacerdotal em todas as suas fases e formas. Não nega o sacerdócio de Cristo, mas entre a alma pessoal do homem e o Grande Sumo Sacerdote da raça humana levanta a barreira de um sacerdócio humano. A redenção, nesta interpretação do sistema cristão, é roubada da sua liberdade, da sua simplicidade, e da sua graça admirável. A religião torna-se num sistema de deveres medidos e mecânicos; de esforços piedosos que são regulados pelo relógio e empreendidos em um “espírito da escravidão”. O sacerdotalista (clericalista), quando analisado, é um que nunca ouviu a grande mensagem do Cristianismo a cada alma aceita e perdoada – “Não és mais escravo, mas filho”. Segundo a teoria sacerdotal, a graça divina corre exclusivamente pelo fraco e delgado cano que é constituído de uma sucessão de homens ordenados. É uma teologia que serve para uns poucos, mas não é a mensagem para a multidão comum. Ela inspira grande zelo, mas não resplandece a luz. Às vezes produz mártires, mas nunca cria santos (pessoas com vida santificada) alegres.

Estas duas interpretações opostas e errôneas do Cristianismo formam um contraste sombrio com aquele grande sistema de crença evangélica que, destituído das falsidades, acha-se entre esses dois extremos. Quais são as doutrinas evangélicas? Uma serra de montanhas cujas sumidades furam os céus e que se banham perpetuamente na luz do sol. Constituem uma concatenada sucessão de verdades que rompem da eternidade e que têm a sua escala. Verdades que tratam do pecado, e que proclamam a sua culpa imensurável; a sua condenação iminente e inevitável; mas que também revelam um livramento do pecado que é imediato e pessoal – livramento este que vem como ato da graça divina, e sob os termos mais simples de aceitação por arrependimento. Mas não é um livramento leve e fácil que nada custou ao Libertador. É o supremo milagre do Universo, que se fez possível unicamente em virtude do mistério da redenção por Cristo. É nos trazido ao alcance pelo mistério da graça do Espírito Santo. Coloca a alma perdoada em relação pessoal e alegre com o Pai, reconciliado e amado.

Uma redenção divina; um perdão realizado; relações restabelecidas com Deus mediante a fé; a entrada de forças sobrenaturais na vida pela graça do Espírito Divino; o alcance de um presente e perfeito ideal de Deus no caráter. Tudo isto se torna inteligível e crível mediante a obra e os ofícios redentores de Jesus Cristo – e pelas energias salvadoras do Espírito Santo na alma humana. Eis a versão evangélica do Cristianismo!

Nestas doutrinas genuinamente cristãs (que se apóiam realmente sobre a vida e o ensino de Jesus e a mensagem da Palavra de Deus de Gênesis a Apocalipse) não há nada de novo. Elas não representam quaisquer descobertas teológicas; mas são as doutrinas efetivas do Cristianismo. São elas que o distinguem de um mero sistema de moral. Fazem-no algo mais do que uma teologia. Elas afetam diretamente o caráter. Todas as energias dinâmicas do Cristianismo originam-se delas. São as doutrinas que enviam missionários, que inspiram mártires, que regeneram os becos! Despertam vibrações mais profundas na alma humana do que todas as outras verdades juntas. São as doutrinas nas quais os homens moribundos acham conforto. Todos os grandes hinos do culto cristão as refletem; todas as grandes orações que originam das precisões humanas lhes dão a fala. Constituem exatamente a mensagem que o Cristianismo moribundo da Inglaterra desse tempo precisava. A mensagem asseverou que os homens estão em iminente e grande perigo; não necessitam de alguma cadeia de deveres novos e pesados, mas precisam da salvação divina operada pela graça redentora. E esta salvação é possível. O Salvador anda entre os homens, lhes tocando com mãos beneficentes. Nasce a esperança! Todos se podem salvar aqui e agora.

Não havia outros pregadores que pintassem o pecado tão escuro, e, entretanto tão convincente à consciência, como faziam os homens incumbidos desta mensagem. Não havia outros que pintassem o amor de Deus mediante a Cristo em cores tão radiantes, ou que proclamassem Cristo como Salvador em tons tão confiados (confiáveis). Estas doutrinas eram também pregadas por homens que as haviam verificado (experimentado). Haviam os sujeitado àquela prova final de todas as teorias religiosas, ao tribunal da experiência comum. Não eram advogados, eram testemunhas. Toda a sílaba em seus lábios retinia com os acentos da realidade que arte alguma sabe fingir. Desafiavam os seus ouvintes a uma verificação (uma experiência pessoal) imediata e perfeita das verdades que proclamavam.

Na fala desses homens ressoa o poder estranho que se serve de lógica e da emoção humana como instrumentos, entretanto, é algo diferente e maior do que elas todas – “o poder do Espírito Santo”; o poder que primeiramente fez veículo da fala humana no Pentecostes, e que nunca faltou, desde então naqueles que têm aprendido o segredo de Pentecostes.

É de se admirar que o Evangelho – pregado por tais homens em tal espírito e em tal momento crítico – conseguisse nada menos do que uma revolução moral? Mudou permanentemente a própria correnteza da história religiosa.

Mas pode-se perguntar: Wesley não pregou certas doutrinas estranhas e surpreendentes dos quais o Cristianismo sóbrio nada sabe, ou pelo menos as conhece mui pouco? Mais adiante trataremos de todo o assunto da teologia do avivamento, mas pode-se perguntar aqui: De que consistiam as duas grandes doutrinas da “certeza e da perfeição” com que são associados os nomes de Wesley e Whitefield, e que na opinião de multidões ainda desacreditam o seu trabalho e lhes mancha a fama?

Que estas doutrinas ainda sejam olhadas com suspeitas somente prova quão imperfeitamente, mesmo depois de dezenove séculos de história Cristã, se entende a religião de Cristo em terras que se gabam de serem cristãs.

A doutrina da perfeição como ensinada por João Wesley, é somente a crença que os ideais de Deus, na redenção da alma humana, são susceptíveis de cumprimento, e que são realizáveis aqui e agora: ensina que as mais altas possibilidades da religião não são meramente lutas, mas vitórias; que o que Deus exige ao homem, pela graça divina, este pode render.

O primeiro e grande mandamento, que encerra em suas sílabas todo o dever humano – “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua força e de todo o teu entendimento” – ¬tem de permanecer sempre, para as almas que Cristo remiu e nas quais o Espírito Santo habita, sem cumprimento; um desafio para a consciência humana que não tem resposta; a sua dor e condenação? Afirmar tal coisa é dizer que a religião Cristã, quando traduzida para os termos da vida e experiência humana é um fracasso. É dizer que o ideal de Deus e o caráter do homem têm de permanecer sempre em desacordo. Isto seria uma teologia de desespero; uma doutrina que seria mais nada que o ateísmo disfarçado.

Sem dúvida havia muitas interpretações estranhas e disparatadas da doutrina no tempo de Wesley; mas como ele a ensinou, é um trecho mui são e escritural da teologia, e a sua rejeição importa na negação, não somente da esperança humana, mas da graça divina.

Mas em que consistia a doutrina da “Certeza” que, para os ouvidos maravilhados das multidões daquele tempo, parecia uma nova e perigosa heresia, e que ainda é uma coisa suspeita – ou pelo menos pouco compreendida – pelas multidões nas Igrejas Cristãs de hoje? Pelos lábios de Wesley era, certamente, só a reafirmação de um dos ofícios do Espírito Santo. Era trazer, de novo, um dos dons essenciais da religião Cristã à luz do sol desde algum esconderijo de esquecimento mofado e bolorento.

João Wesley ensinou que o perdão achava a sua verificação e selo na consciência da alma perdoada. O perdão de Deus não havia de permanecer sempre no domínio do duvidoso, como uma incerteza escura e perplexa; somente uma esperança tremente; e para a maioria dos homens, um problema assombrado que só acharia a solução na morte. Segundo a mensagem do grande avivamento: “O Espírito mesmo dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus”. Aquilo que constitui a alegria da consciência Cristã do primeiro século havia de ser o desespero da consciência Cristã do século XVIII?

E a doutrina da “Certeza”, como ensinada por Wesley; era um apelo à consciência humana. Ele insistiu que o perdão efetuava na alma humana uma paz divina que constituía o seu testemunho e selo. É triste que esta grande doutrina hoje, como sempre, ache um reflexo tão fraco na experiência pessoal das multidões que ainda se esforçam em seguir a Cristo. Desta forma as limitações humanas têm negado à graça de Deus alguns de seus ofícios mais preciosos!

É digno de nota quão firmemente, desde o momento de sua conversão até a sua morte, Wesley conservou a própria experiência e doutrina dentro dos limites radiantes da fé evangélica. Nesses limites, ele mesmo, um sacerdote cansado, achou a liberdade. Ele faz a narração do longo desespero que havia pairado sobre a sua vida anterior; do cansaço espiritual dos treze anos tristes entre a sua entrada no ministério e a sua conversão. Ficou convencido, diz eIe em 1738, que a causa de sua inquietação espiritual era a incredulidade, e que “alcançar a verdadeira fé era a única coisa para ele”. Deveras possuía, em certo sentido, a fé, mas, diz ele, “não tenho fixado a fé no objetivo idôneo. Tenho fé unicamente em Deus, mas não a fé em ou mediante Cristo”. Estas palavras tocam no próprio miolo desta teoria evangélica!

Como já vimos, Wesley achou a salvação quando chegou em contacto pessoal (quando teve seu encontro pessoal) com Cristo como Salvador pessoal. A fé justificadora, na luz daquela grande experiência, ele definiu como sendo “a plena confiança no sangue de Cristo derramado por mim; confiança nele como sendo o meu Salvador, como a minha única justificação, santificação e redenção”. A ênfase salvadora está nos pronomes! Foi então que Wesley provou o gozo daquela abençoada experiência que ele chamou a “certeza”. 
“Foi me dado uma certeza que havia perdoado todos os meus pecados, mesmo meus, e havia me livrado a mim da lei do pecado e da morte”.

Wesley, durante o resto de seus dias, repetimos, continuou nas alturas de uma crença e experiência evangélicas. Achou nas doutrinas evangélicas a nota principal de todos os seus sermões. O texto de seu primeiro sermão ao ar livre foi a passagem: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para anunciar boas novas aos pobres”. Mais de cinqüenta anos depois ele pregou o seu último discurso em Leatherhead do texto: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto”. O texto sobre o qual ele pregou com mais freqüência foi a passagem que declara como Deus em Cristo “é feito para nós sabedoria, justificação, santificação e redenção”. Uma das últimas palavras que proferiu antes de morrer era: ”Não há outro caminho para o Santo lugar, senão pelo sangue de Jesus”. Quem aprende o significado destas palavras entenderá a doutrina evangélica que constituiu a mensagem especial de Wesley a sua geração, e é realmente a grande proclamação do Cristianismo a todas as gerações.

O próprio Wesley é quase mais notável como testemunha destas verdades do que como obreiro e líder. Paley tem construído sobre a conversão de São. Paulo uma demonstração quase inigualável da verdade do Cristianismo. A transformação moral repentina e permanente de uma natureza forte, orgulhosa e apaixonada, é um dos fatos mais notáveis na história humana. Transformar um fanático, com um sopro, em santo, um perseguidor do Cristianismo em mártir por amor das verdades do Cristianismo – eis um milagre! Um acontecimento tão surpreendente devia ter tido uma causa não menos maravilhosa. E tal é o problema na história de Wesley.

Qual é a explicação da diferença nos dois graus de sua própria experiência – o sacerdote atormentado pelas dúvidas de seus primeiros anos, e o santo radiante de seus anos mais maduros? Até 24 de maio 1738, Wesley trazia a sua religião qual o monge do século XIII trajava a sua camisa de pelo de camelo. Era um fardo, uma angústia e uma tarefa. Mas a partir daquele 24 de maio de João Wesley de repente passou para o domínio da certeza, liberdade e alegria.

Aquela grande hora na reunião humilde na rua Aldersgate foi certamente o ponto onde a carreira de Wesley mudou-se. Marcou a linha divisória de sua vida. De um lado se acham as lutas, dúvidas, trabalhos e fracassos; de outro lado acham-se certeza, alegria poder e êxito. Algo aconteceu nesse momento supremo que explica a mudança. Foi a conversão de Wesley. EIe recebeu o Cristo vivo pela fé pessoal como Salvador vivo e pessoal; e cumpriram-se nele os ideais sublimes da redenção como existem na mente e no propósito de Deus.

Talvez alguém diga que foi esta uma experiência puramente subjetiva; válida, talvez, para ele, mas de nenhuma autoridade para outro qualquer. Que conclusão, de autoridade para a humanidade em geral, pode-se tirar da experiência subjetiva de uma alma humana solitária. E talvez não fortaleça o caso por argüir que as experiências de Wesley foram repetidas em milhares de outros. Multiplicando-se um zero quantas vezes quiserem, fica sempre zero.

Mas a mudança em Wesley não foi meramente subjetiva. Concretizou-se na sua vida. Registrou-se na história, tem a escala e a permanência da história. Como foi que o mesmo homem, que no ano de 1727 não era capaz de mover uma vila, depois de 1739 abalou três reinos? Como aconteceu que o mestre, que fora tocado de uma pequena colônia (ele foi desonrado e praticamente expulso da colônia americana na Geórgia!), por ser um mero irritante humano, se tornou mestre, consolador e líder apreciado de gerações inteiras?

Certamente a explicação não se acha em qualquer dom pessoal, quer corporal quer intelectual que Wesley possuísse. Esses dons eram exatamente os mesmos, em ambas as fases de sua carreira. Wesley em Wroote tinha vinte e cinco anos de idade. Ele possuía nesse tempo o cérebro do douto, o fogo do fanático, a língua do orador; mas faliu – e ele sabia que havia fracassado por completo. Ele mesmo escreve: “Preguei muito, mas vi pouco resultado dos meus; trabalhos”. Em Charleston, também, Wesley tinha trinta e três anos; e em tempo algum de sua vida mostrou mais zelo ou mais dedicação metódica e resoluta, ou uma abnegação que mais avizinhasse o heroísmo, mas fracassou.

Mas algo lhe entrou na vida pela porta de sua conversão, algo que nunca perdeu, algo que transfigurou a sua carreira. Era um dom estranho de poder – poder que utilizava os dons naturais de Wesley – do seu corpo entesado, da sua viva inteligência, da sua vontade resoluta – como instrumentos, mas que era mais do que todos estes. Aquele que contempla a vida de Wesley como um todo, e vê, de um lado de certa data, dúvida, fraqueza e derrota; e de outro lado certeza, alegria e poder inigualáveis, não pode duvidar que o segredo da carreira de Wesley está no domínio espiritual. A história de Wesley é uma demonstração simples e sobrepujante da verdade daquele que se chama a interpretação evangélica do Cristianismo.


** (Esse texto corresponde ao capítulo XXV, "O segredo do grande avivamento", do livro Wesley e seu século – um estudo de forças espirituais, volume I, respectivamente nas páginas 318 a 328, Edição de 1916 publicada pela Typographia de Carlos Echenique, Porto Alegre, RJ).

OBS: Esse livro originalmente não usa parênteses. As notas explicativas dentro de parênteses são de iniciativa dessa edição on line do site da Igreja Metodista de Vila Isabel).

 

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