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O Rio de Janeiro está entre os estados que anteciparão o início da campanha de vacinação contra o vírus H1N1. Crianças de 6 meses a 5 anos, grávidas e pacientes renais crônicos serão os primeiros a receberem a vacina contra a gripe no Rio de Janeiro. Esses grupos começarão a ser imunizados em 25 de abril, cinco dias antes do início oficial da campanha nacional.

 “Estamos atentos ao aumento do número de casos de H1N1 no Estado e, embora o panorama seja diferente do que se observa em São Paulo, a imunização destes grupos específicos pede prioridade, uma vez que são os que apresentam maior vulnerabilidade às complicações que a gripe pode causar", afirmou o secretário de Saúde, Luiz Antônio Teixeira Jr. "Essa antecipação é uma medida preventiva que estamos adotando.", disse.

A secretaria confirmou até agora sete mortes em decorrência da gripe no Estado. A partir de 30 de abril, os demais grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde começarão a ser imunizados - idosos, outros pacientes crônicos, indígenas, mulheres com até 45 dias de pós parto e profissionais de saúde. A expectativa é vacinar cerca de 80% das 4 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos mais vulneráveis.

Saiba mais sobre a doença

A gripe é uma infecção das vias respiratórias provocada por um vírus chamado Influenza, que provoca surtos praticamente todos os anos na época do inverno. Quanto mais frio é o inverno, mais comum costumam ser os surtos de gripe.

No Brasil, a vacina contra a gripe é feita com vírus morto.  Ela contém apenas algumas proteínas específicas do vírus Influenza, chamadas de antígenos, que são capazes de estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos.

Qualquer pessoa com mais de 6 meses de idade pode receber a vacina contra a gripe. Porém, há certos grupos que devem receber prioridade nas campanhas de vacinação, pois são eles que apresentam maior risco de desenvolverem complicações. No caso da gripe, o objetivo das campanhas de vacinação não é eliminar a circulação do vírus, mas sim reduzir a incidência de complicações e, consequentemente, o número de óbitos.

De acordo com o Portal da Saúde, pessoas com alergia comprovada e importante ao ovo não devem receber a vacina. Quem está com imunodepressão, natural ou medicamentosa, deve receber orientações específicas do próprio médico.

Fontes: Ministério da Saúde, Portal O Dia e Portal Uol

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